Vale a pena ver o vídeo, 10 minutos hilariantes!
Apesar do tom brincalhão, cada vez mais os cientistas falam das diferenças entre os cérebros masculino e feminino.
Simon Baron-Cohen, citado por Goleman, fala dessas diferenças entre os cérebros, e apoiado em testes por ele desenvolvidos (Empathizing Test e Systemizing Test), pretende determinar que tipo de cérebro a pessoa tem.
Descubram os quocientes de empatia e de sistematização em:
1. Empathizing Test
2. Systemizing Test
Os cérebros podem ser classificados do seguinte modo:
Cérebro E (Empatia) – Orienta-se pelas questões: Como é que o outro se sente? Como tratá-lo com atenção e sensibilidade?
Cérebro S (Sistematização) – Orienta-se pelas questões: Como é que as coisas funcionam? O que é que controla o sistema?
Cérebro B (Balanced/Equilibrado) – Forte tanto em empatia como em sistematização.
Cada pessoa tem um tipo de cérebro, mas mais mulheres têm o cérebro “E” e mais homens têm o cérebro “S”.
Todos nós podemos testemunhar isto. Podem confirmar, basta distribuir o M (Mulher) e o H (Homem) pelas afirmações:
Quem é que vemos frequentemente a confortar os outros?
Quem é mais agressivo?
Quem é mais sensível às expressões e olhares dos outros?
Quem pressente e descodifica rapidamente a comunicação não-verbal?
Quem é indiferente à presença dos outros?
Quem julga mais facilmente o carácter de alguém?
Quem, mais distraído, descuida o contacto visual?
Achamos que o exercício dispensa a correcção.
Se o tempo, a cultura e a socialização desempenham um papel importante na formação do cérebro masculino (forte em sistemas) e do feminino (forte em empatia), os estudos mostram que a biologia também determina muito.
Mas quais as diferenças entre os cérebros?

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Mas, como é um cérebro hiper-masculino?
É a lógica masculina levada ao extremo, um exagero do perfil masculino.
É ter dificuldade com a empatia e um baixo coeficiente da compreensão dos sentimentos dos outros.
É ter um interesse muito forte e obsessivo de como funciona um sistema.
É o autismo com todas as suas variantes (como Asperger), bem como o exemplo de Temple Grandin.
3 comentários:
O grupo Active e-Learners é formado por dois elementos do sexo feminino e por um elemento do sexo masculino, sendo que todos os elementos procederam ao preenchimento dos questionários de Simon Baron – Cohen tendo-se obtido os seguintes resultados:
Elemento A:
Sexo: Feminino
Quociente de Empatia: 49
Quociente de Sistematização: 74
Elemento B:
Sexo: Feminino
Quociente de Empatia: 46
Quociente de Sistematização: 65
Elemento C:
Sexo: Masculino
Quociente de Empatia: 52
Quociente de Sistematização: 82
Na apresentação dos resultados considerou-se relevante identificar o sexo dos indivíduos que responderam aos referidos questionários, dado que Simon Baron-Cohen identifica nos seus estudos que o cérebro humano pode ter características masculinas (sistematização) ou femininas (empatia).
De acordo com Simon Baron-Choen e depois de analisarmos os resultados, concluímos que nenhum dos elementos apresenta um perfil neural autista, de acordo com a tabela de classificação apresentada, na medida em que não são exibidos resultados de um protótipo de cérebro masculino.
Nos testes concebidos por Simon Baron-Choen os indivíduos do sexo feminino, em termos de quociente de empatia, regra geral pontuam mais do que os elementos do sexo masculino.
Quando nos referimos ao quociente de sistematização, em regra os indivíduos do sexo masculino pontuam mais do que os elementos do sexo feminino.
No que se refere ao quociente de empatia, repare-se que o indivíduo do sexo masculino, pontuou mais do que qualquer elemento do sexo feminino.
Finalmente em relação ao quociente de sistematização confirma-se que o elemento do sexo masculino obteve valores manifestamente superiores aos do sexo feminino.
Em síntese, no teste verificou-se que todos os elementos são mais sistemáticos do que empáticos.
Partindo-se do pressuposto que os elementos do sexo feminino deveriam apresentar padrões de empatia superiores aos de sistematização, importa desenvolver um pouco esta questão.
Começamos por referir que tal facto não se deve a qualquer desajustamento, antes pelo contrário, relaciona-se com os valores morais que nos foram transmitidos, a educação e a formação efectuada ao longo da vida e, acima de tudo com o enquadramento sócio/profissional que nos obriga a adoptar níveis de sistematização cada vez mais elevados, por forma a conseguirmos responder aos desafios sociais e profissionais que nos são lançados diariamente.
Segundo Simon Baron-Choen o que importa é ter um cérebro “equilibrado”, isto é conjugar o quociente de empatia com o de sistematização, sendo que tal realidade se verifica, face aos dados em análise.
Em conclusão, consideramos que esta relação do cérebro pode não se identificar com o sexo dos indivíduos, mas sim derivar de factores externos através dos quais nós somos influenciados e moldados diariamente, na medida em que somos seres sociais.
Lisboa, 13 de Dezembro de 2008
Catarina Jorge
Inês Costa
Nuno Miguel Oliveira
Active e-Learners
O cérebro feminino apresenta uma maior acuidade empática (intuir o que a pessoa está a pensar ou sentir). Será resultado da complexa rede de conexões que o cérebro feminino estabelece (como enunciado nos “10 minutos hilariantes”)?
Mas o que interessa realmente reter é que segundo Baron-Cohen a maioria dos cérebros femininos assim como masculinos apresentam competências similares no que refere à empatia assim como a sistematização. Então, como explicar estas duas grandes conclusões?
1. Cérebros femininos melhor pontuados em matéria de empatia;
2. Cérebros masculinos mais norteados para sistematização;
Sleepless E-Learners
Resultados da equipa Sleepless e-Learners:
Respondent EQ SQ
Brain Type
Males 39.0 61.2 Systemizing
Females 48.0 51.7 Empathizing
Sandra 44 51 Systemizing
Fátima 53 85 Systemizing
Cristina 55 94 Systemizing
Pedro 32 80 Systemizing
A diversidade de resultados demonstra não só o quão distintos nós somos uns dos outros, mas também como essa diferença se tem revelado fundamental para o cumprimento dos nossos objectivos.
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